Valores altos, prazo longo e juros bem menores que os do empréstimo pessoal, usando um imóvel quitado como garantia. A taxa final sai da análise, não de promessa. A CSM conduz do estudo à liberação, sem custo pelo nosso trabalho.
60%
é o teto que os bancos anunciam sobre o valor do imóvel
~1/3
é a média nacional efetivamente contratada (ABECIP, 2026)
13 anos
de crédito imobiliário conduzindo operação de ponta a ponta
O nome oficial é crédito com garantia de imóvel. Tem gente que chama de refinanciamento, de hipoteca, de empréstimo com a casa. É tudo a mesma operação: o imóvel entra como garantia registrada em cartório, o dinheiro cai na sua conta com uso livre, e você continua morando (ou alugando) normalmente.
Qual imóvel, quanto precisa e para quê. Sem custo e sem compromisso. Caso fora do padrão (herança, imóvel de familiar, documentação pendente) entra aqui também: é análise, não formulário de banco.
A instituição analisa o imóvel e a renda. É essa análise que define quanto sai e qual a taxa real da SUA operação. Quem conduz o processo e negocia as condições é a CSM.
Taxa, parcela, prazo e o custo completo da operação, item a item, antes de qualquer assinatura. Se a conta não fizer sentido para você, para por aqui, sem dever nada.
A CSM acompanha a avaliação do imóvel, o registro em cartório e a liberação. E segue com você depois: acompanhamento do contrato, amortização e revisão quando o cenário mudar.
Os bancos anunciam liberar até 60% do valor do imóvel. Na prática, a média nacional contratada fica perto de um terço (série ABECIP, 2026). Não é pegadinha: é a análise sendo conservadora. Pedir menos que o teto aumenta a chance de aprovar o valor cheio.
Quem define a aprovação é a renda, não só o imóvel. Garantia não paga parcela: o banco quer receber todo mês, então a análise de renda existe como em qualquer crédito. Na prática, o valor sai do menor entre o que a renda sustenta e o percentual do imóvel.
A taxa final sai da análise do seu caso. Antes disso, qualquer número é chute.
E existem custos de entrada: IOF, avaliação do imóvel e registro em cartório. Cada item varia por instituição e pelo estado do imóvel. A CSM mostra o custo fechado da sua operação, item a item, antes de qualquer assinatura.
Trocar dívidas caras (cartão, empréstimo pessoal) por uma dívida barata
Capital para o negócio, com prazo longo de verdade
Reforma ou construção grande
Comprar outro bem sem desmontar o patrimônio
Dinheiro para amanhã: há análise, avaliação e cartório no meio
Imóvel sem matrícula ou sem como regularizar
Cobrir restrição relevante no nome: a análise de crédito continua existindo
Apostar: a parcela vem todo mês, e a garantia é a sua casa
Sem mistério, como sempre
Quando a operação é concluída, a instituição parceira remunera a CSM pela assessoria. Do seu bolso não sai nada pelo nosso trabalho, e as condições são as mesmas que você teria indo direto. Se a operação não sai, ninguém paga nada. Preferimos dizer isso na primeira página, porque é assim que trabalhamos há 13 anos no financiamento imobiliário.
Na prática, é muito difícil. A regra é de cada instituição, e entre as que trabalhamos hoje praticamente nenhuma aceita imóvel com financiamento em aberto. Esta linha foi feita para imóvel quitado, com a matrícula livre para receber a garantia. Com financiamento em andamento, o caminho costuma ser quitar antes. Conte a sua situação no formulário e a CSM diz o que dá para fazer, sem custo.
Não. A garantia é registrada na matrícula, então a operação só existe com o imóvel regularizado e no seu nome. Contrato de gaveta e imóvel sem escritura ficam de fora enquanto estiverem assim. Regularizar é o primeiro passo, e em vários casos há caminho: conte a sua situação e a CSM diz o que precisa e em que ordem.
Atraso pontual não tira ninguém de casa: gera cobrança e negociação, como em qualquer parcela. A perda do imóvel é o último passo de um processo longo de inadimplência contínua, com prazos definidos em lei. E se chegar a leilão, o que passar do valor da dívida volta para você. O contexto ajuda: a inadimplência dessa linha fica perto de 2,5% (Banco Central, 2025/26), uma das menores do crédito a pessoa física.
Não. Com restrição no nome a operação não sai, mesmo com o imóvel em garantia. O imóvel não substitui a análise de crédito: o banco quer receber todo mês, não retomar imóvel. Resolver a restrição vem primeiro, e depois disso a análise pode ser refeita, sem custo.
É exceção. A regra é o imóvel ser seu: hoje pouquíssimas instituições aceitam imóvel de terceiro, e mesmo nelas cada caso passa por análise antes de qualquer resposta. Quando entra, o proprietário participa da operação e assina junto. Herança só depois do inventário concluído, com o imóvel registrado no nome dos herdeiros. Se for a sua situação, conte no formulário e a CSM verifica se existe caminho.
ITBI não: ele só existe em compra e venda, e aqui o imóvel continua seu. Os custos reais são IOF, avaliação do imóvel e registro em cartório, e cada item varia por instituição e pelo estado do imóvel. A CSM mostra o custo fechado antes de qualquer assinatura.
Porque garantia não paga parcela. O banco não quer o seu imóvel, quer receber todo mês, então a renda é analisada como em qualquer crédito. O valor aprovado sai do menor entre o que a renda sustenta e o percentual do imóvel.
Depende da instituição, da documentação e do cartório da sua cidade. Prazo prometido em anúncio raramente vale para o caso real, então preferimos não prometer: com o processo aberto, você sabe de cada etapa pela CSM.